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📌 “Este blog integra o ecossistema: Museu de Filatelia Sérgio Pedro: Estudos, peças raras, maximafilia, marcofilia e história postal.

Diferentes tipos de Marcas Postais

segunda-feira, 6 de julho de 2026

Acervo & Ensaio — Museu de Filatelia Sérgio Pedro: CALDAS DE MONCHIQUE (ETP) – Marca-Dia Circular Tipo 1880 em Bilhete Postal Ilustrado (26.06.1900)


Identificação

Localidade: Caldas de Monchique (Monchique)

Categoria postal: Estação Telégrafo-Postal (ETP)

Marca postal: Marca-Dia Circular (MDC) Tipo 1880

Data: 26 de junho de 1900

Suporte: Bilhete postal ilustrado circulado

Destino: Sabóia (Odemira)

Classificação marcofílica:

  • CALDAS DE MONCHIQUE – ETP
  • Tipo 1
  • Gordon: Raridade 2

Descrição da Marca Postal

O exemplar apresenta uma marca-dia circular de CALDAS DE MONCHIQUE, aposta em tinta preta sobre selo D. Carlos I de 10 réis.

A obliteração encontra-se bem impressa e permite identificar integralmente a designação da estação postal e a data de utilização:

26 JUN 1900

A boa legibilidade do carimbo confere particular valor documental à peça, permitindo datar com precisão a utilização da estação telégrafo-postal das Caldas de Monchique no início do século XX.

O Suporte Postal

A marca postal encontra-se aplicada num bilhete postal ilustrado privado, circulado entre as Caldas de Monchique e Sabóia.

O postal apresenta uma vista intitulada:

«Ramal da Estrada de Monchique para o Banho»

A imagem documenta uma das vias de acesso ao complexo termal das Caldas de Monchique, constituindo igualmente um interessante testemunho iconográfico da estância termal algarvia.

A franquia é assegurada por selo D. Carlos I de 10 réis.

Enquadramento Histórico-Postal

A utilização da marca postal de CALDAS DE MONCHIQUE em junho de 1900 insere-se num período de forte dinamização das comunicações no sul do país.

Desde 1889 encontrava-se em funcionamento a estação ferroviária de Sabóia-Monchique, principal ponto de acesso à serra de Monchique e às Caldas para os viajantes provenientes da Linha do Sul. A correspondência transportada entre Caldas de Monchique e Sabóia reflete essa crescente articulação entre os serviços postais, a ferrovia e a mobilidade regional.

Do ponto de vista da marcofilia algarvia, a peça constitui um testemunho seguro da atividade da Estação Telégrafo-Postal das Caldas de Monchique no final da monarquia constitucional.

Interesse Marcofílico

O interesse principal da peça reside na utilização da marca-dia circular de CALDAS DE MONCHIQUE (Tipo 1880).

O exemplar contribui para:

  • documentar a atividade postal da estação em 1900;
  • confirmar a utilização do datador Tipo 1 da ETP de Caldas de Monchique;
  • enriquecer o estudo cronológico das marcas postais do concelho de Monchique;
  • ilustrar a circulação de correspondência associada à estância termal algarvia.

A classificação Raridade 2 (Gordon) reforça o interesse da peça no contexto do estudo das marcas postais do Algarve.

Mensagem Postal

Leitura provisória:

«Não é preciso mandares o moço a Monchique.
Manda-o no Domingo à estação de manhã cedo.»

A referência à «estação» é compatível com o contexto ferroviário regional da época. Contudo, o documento não identifica explicitamente qual a estação mencionada, pelo que qualquer associação à estação ferroviária de Sabóia-Monchique deve ser entendida como hipótese fundamentada e não como facto comprovado.

Observações

  • Peça circulada e integralmente conservada.
  • Boa legibilidade da marca postal.
  • Associação entre marca postal, vista ilustrada local e circulação efetiva.
  • Exemplar relevante para a história postal de Monchique e para o estudo da rede postal ligada ao termalismo algarvio.

Referências

  • Gordon — Catálogo de Marcas Postais Portuguesas.
  • Mundifil — Catálogo Especializado de Portugal.


Ficha de catálogo

Acervo & Ensaio — Museu de Filatelia Sérgio Pedro: CALDAS DE MONCHIQUE (Monchique): Marca‑dia circula...:   1. IDENTIFICAÇÃO GERAL Tipo de peça: Bilhete postal ilustrado circulado. Origem e destino: Caldas de Monchique → Sabóia. Data: 26 de junho...

MARMELETE (Monchique) – Marca-Dia Circular Tipo 1880 em selo provisório da República (c. 1910–1913)

Identificação

Localidade: Marmelete (Monchique)

Tipo de marca postal: Marca-Dia Circular (MDC) Tipo 1880

Suporte: Selo destacado

Data: Não legível

Datação provável: Entre 1 de novembro de 1910 e 30 de março de 1913

Descrição

O exemplar corresponde ao selo Mundifil 175, valor de 25 réis castanho-violeta, da efígie de D. Manuel II, sobrecarregado diagonalmente com a palavra «REPUBLICA» em vermelho.

A obliteração foi efetuada por uma marca-dia circular de MARMELETE (Tipo 1880), em tinta preta. A leitura da localidade é possível, embora a data se apresente incompleta ou ilegível.

O selo encontra-se destacado do suporte postal original, impossibilitando a observação de outros elementos postais, designadamente percurso, destinatário, tarifação ou marcas complementares.

Enquadramento Histórico-Postal

A peça documenta a utilização da estação postal de Marmelete durante os primeiros anos da República Portuguesa.

Após a Revolução de 5 de Outubro de 1910, os Correios recorreram a sobrecargas aplicadas sobre os selos da monarquia para assegurar a continuidade do serviço postal enquanto não eram produzidas novas emissões republicanas. O selo utilizado neste exemplar integra esse conjunto de emissões provisórias.

Embora a data da obliteração não seja legível, a identificação do selo como Mundifil 175 permite enquadrar a utilização da peça entre 1910 e 1913, correspondendo ao período normal de circulação postal deste selo.

A presença da marca postal de Marmelete assume particular interesse para o estudo das comunicações postais no interior serrano algarvio, testemunhando o funcionamento de uma pequena estação postal integrada na rede nacional durante o período inicial do regime republicano.

Interesse Marcofílico

O interesse principal da peça não reside no selo, relativamente comum em estado usado, mas na presença da marca-dia circular de MARMELETE (Tipo 1880).

Este exemplar contribui para:

  • documentar a utilização postal da estação de Marmelete;
  • estudar a cronologia das marcas postais da localidade;
  • identificar utilizações conhecidas do datador Tipo 1880;
  • contextualizar o funcionamento da rede postal rural algarvia no início do século XX.

domingo, 5 de julho de 2026

O carimbo “LEY DE 20 4 50 – 35 RS”: fiscalidade postal numa carta Rio de Janeiro – Porto (1852)

 

Carimbo postal pré‑filatélico “LEY DE 20 4 50 – 35 RS” da Lei do Selo, em cor castanho‑violeta, indicando imposto de 35 réis em carta de 1852.

🧾 Um exemplo a partir de uma carta Rio de Janeiro – Porto (1852)

Entre as várias marcas presentes nas cartas do período pré‑filatélico, o carimbo “LEY DE 20 4 50 – 35 RS” destaca‑se pela sua natureza particular: ao contrário de outras marcas que informam sobre o transporte ou o percurso, esta inscrição remete diretamente para o enquadramento fiscal e regulamentar da correspondência.

À primeira vista, trata‑se apenas de um carimbo oval com um valor numérico. No entanto, tal como sucede com a marca “P. BRIT.” já analisada, é precisamente neste tipo de elemento aparentemente simples que se encontra uma parte essencial da explicação do funcionamento do correio no século XIX.

Carta pré‑filatélica dobrada, com endereço manuscrito, marcas postais, nomeadamente, carimbo postal pré‑filatélico “LEY DE 20 4 50 – 35 RS” da Lei do Selo, em cor castanho‑violeta, indicando imposto de 35 réis em carta de 1852.

A carta que serve de base a este estudo foi enviada do Rio de Janeiro em Abril de 1852 para o Porto. No seu anverso surge claramente este carimbo, aplicado em tinta castanho‑violeta. De acordo com a legenda técnica elaborada pelo especialista Jorge Félix da Costa, trata‑se de:

“U – Imposto Postal (Lei do Selo) / Taxa fixa do imposto – 35 rs / LSB Tipo I / Castanho violeta”

Esta identificação permite desde logo situar a marca no seu contexto correto: não estamos perante um porte, mas sim perante uma taxa fiscal autónoma, aplicada nos termos da legislação em vigor.

A inscrição “LEY DE 20 4 50” remete para a Lei de 20 de Abril de 1850, diploma que marcou um momento importante de reorganização do sistema postal português. Como já foi abordado no estudo do porte, esta lei introduziu maior normalização na forma como os valores eram fixados e aplicados.

É precisamente nesse enquadramento que deve ser interpretado o valor “35 réis”. Tal como clarificado na legenda da peça, este montante corresponde a uma taxa fixa de imposto postal, e não ao custo de transporte da carta.



🔄 O carimbo no conjunto da carta

A leitura desta marca ganha verdadeiro sentido quando integrada no conjunto já analisado:

  • a marca “P. BRIT.”, que identifica o transporte por paquete britânico
  • os sinais de desinfecção, que documentam o tratamento sanitário à chegada
  • e os valores de porte, carimbados e manuscritos, que permitem reconstruir o custo do envio

Neste contexto, o carimbo “LEY DE 20 4 50 – 35 RS” ocupa um lugar específico: ele não descreve o percurso, nem participa no cálculo direto do porte, mas surge como elemento de validação fiscal.

A sua aplicação corresponde, portanto, a uma fase posterior do processo — já depois de a carta ter sido integrada no circuito postal português e de o porte ter sido determinado.



⚖️ Uma distinção essencial: porte e imposto

Um dos aspetos mais importantes — e muitas vezes menos intuitivos — é compreender por que razão o valor 35 réis não aparece integrado nos montantes manuscritos da carta.

Na mesma peça observam‑se:

  • o valor “720”, aplicado por carimbo, correspondente ao porte base
  • ajustamentos manuscritos (ex.: “+ 80”), conduzindo ao total de “800 réis”

No entanto, o valor “35 réis” surge sempre separado, sob a forma de carimbo.

Isto não é uma omissão nem uma inconsistência — é uma característica estruturante do sistema.

👉 A razão é simples:

o porte e o imposto pertencem a categorias distintas dentro do sistema postal.

  • o porte corresponde ao custo do transporte da carta
  • o imposto de 35 réis corresponde a uma imposição legal fixa, independente desse cálculo

Deste modo, o imposto não é somado ao porte como mais uma parcela, mas aplicado em paralelo, com registo próprio.



🧾 Porque se aplica um carimbo próprio

A utilização de um carimbo específico para este imposto não é redundante — responde a necessidades concretas do funcionamento postal:

  • permite assinalar de forma clara a aplicação da lei
  • garante uniformidade, evitando variações manuscritas
  • funciona como instrumento de controlo administrativo

Tal como os selos viriam mais tarde materializar o pagamento de forma visível e padronizada, este carimbo cumpre já essa função no plano fiscal.



🧠 Uma função diferente das restantes marcas

É importante sublinhar que este carimbo atua num plano distinto das outras marcas da carta.

Enquanto:

  • a marca “P. BRIT.” informa sobre o sistema de transporte
  • os valores de porte permitem reconstruir o custo do envio

o carimbo “LEY DE 20 4 50 – 35 RS” atua no domínio da regulamentação e da fiscalidade.

Ele não acrescenta informação sobre o percurso, nem altera o cálculo do porte — mas confirma que a carta foi tratada de acordo com a legislação em vigor.



Síntese

O facto de os 35 réis não estarem incluídos no valor manuscrito não constitui uma falha, mas antes um reflexo da organização do sistema postal da época. A separação entre porte e imposto traduz uma distinção clara entre:

  • o custo do serviço de transporte
  • e a obrigação fiscal imposta por lei

Ao surgir após as restantes marcações, o carimbo “LEY DE 20 4 50 – 35 RS” assume o papel de validação final, confirmando que todo o processo — transporte, tratamento e tarifação — foi enquadrado nas normas legais.

Tal como acontece com outras marcas analisadas nesta carta, também aqui um pequeno detalhe gráfico revela um sistema complexo. É essa capacidade de leitura integrada, onde cada marca cumpre uma função específica, que continua a fazer da história postal um campo particularmente rico e fascinante.

domingo, 28 de junho de 2026

O que significa a marca ‘P. BRIT.’ nas cartas antigas

Marca postal pré‑filatélica “P. BRIT.” em moldura octogonal, impressa a azul, apresentada em folha de coleção com identificação “LSB‑PB2 – AZUL”.

Um exemplo a partir de uma carta Rio de Janeiro – Porto (1852)

Entre as muitas marcas que aparecem nas cartas do período pré‑filatélico, a inscrição “P. BRIT.” é uma das mais frequentes e, ao mesmo tempo, uma das mais mal compreendidas por quem inicia o estudo da história postal. À primeira vista trata‑se apenas de um pequeno carimbo, muitas vezes discreto, mas na realidade ele contém informação essencial sobre o percurso da carta e sobre o modo como o correio circulava no século XIX.

Carta pré‑filatélica dobrada, com endereço manuscrito, marcas postais em tinta vermelha e azul, incluindo carimbo circular e marca “P. BRIT.”.

A carta que serve de base a este estudo foi enviada do Rio de Janeiro em Abril de 1852 para o Porto. No seu anverso surge claramente, em tinta azul, a marca “P. BRIT.”. Para um colecionador menos experiente, este elemento pode parecer apenas mais uma marca entre tantas outras, mas é precisamente o que permite compreender como a carta atravessou o Atlântico.

A leitura mais direta da marca é “Paquete Britânico”. Este termo refere‑se aos navios que transportavam correio de forma regular e organizada, ao abrigo de contratos com o governo britânico. No século XIX, a Grã‑Bretanha desenvolveu uma rede marítima extremamente eficiente, baseada em vapores que ligavam a Europa a várias partes do mundo. Esses navios, conhecidos como paquetes, não eram simples embarcações comerciais: transportavam malas de correio oficiais e obedeciam a horários relativamente regulares, o que representava uma enorme vantagem face aos navios particulares.

É precisamente aqui que reside o interesse da marca. Quando vemos “P. BRIT.” numa carta, sabemos que ela não viajou de forma ocasional ou incerta, mas sim integrada num sistema postal estruturado e fiável. Isto distingue essas cartas das chamadas “ship letters”, que eram transportadas por navios não contratados e cujos tempos de viagem podiam ser muito variáveis.

No caso concreto desta carta de 1852, a marca indica que o percurso entre o Brasil e Portugal foi feito num vapor britânico, muito provavelmente pertencente à Royal Mail Steam Packet Company, que nessa altura assegurava de forma regular a ligação entre a Europa e o Brasil. Este dado permite ao colecionador perceber que a carta entrou em Portugal através de Lisboa, ponto de chegada das malas marítimas, sendo depois encaminhada por terra até ao Porto.

Para quem começa a estudar estas peças, é importante compreender que a marca “P. BRIT.” não identifica o navio específico. Não diz, por exemplo, se a carta viajou no Teviot, no Severn ou noutro vapor da época. Ela indica apenas o tipo de transporte e o sistema postal utilizado. A identificação do paquete concreto exige um nível de investigação mais avançado, com recurso a listas de navegação, jornais da época ou estudos especializados.

Outro aspeto que merece destaque é o facto de esta marca estar diretamente ligada aos custos do envio. As cartas transportadas por paquetes britânicos estavam sujeitas a uma estrutura tarifária própria, que incluía o custo do transporte marítimo. É por isso que muitas vezes encontramos, como nesta carta, valores relativamente elevados manuscritos na frente. Embora esses números não façam parte da marca em si, eles estão intimamente relacionados com o facto de a carta ter sido encaminhada por este tipo de serviço.

Do ponto de vista filatélico, a marca “P. BRIT.” não é rara quando considerada isoladamente, pois aparece com alguma frequência em correspondência internacional da época. No entanto, o seu interesse aumenta muito quando surge em cartas completas, com percurso claro e outros elementos associados, como marcas fiscais, indicações de porte ou sinais de desinfecção. Nesses casos, a marca deixa de ser apenas um detalhe e passa a fazer parte de um conjunto que documenta o funcionamento real do correio no século XIX.

Para o colecionador leigo, talvez a melhor forma de olhar para esta marca seja esta: ela funciona como uma “pista” que nos diz como a carta viajou. Tal como hoje um código de rastreamento permite seguir uma encomenda, esta pequena inscrição indica que a carta fez parte de uma rede internacional organizada e moderna para a época. É um elemento simples, mas carregado de significado histórico.

Ao observar uma carta com “P. BRIT.”, o colecionador está, na verdade, a olhar para um vestígio material da globalização postal do século XIX, em que o transporte marítimo britânico desempenhou um papel central. É essa capacidade de ligar um pequeno detalhe a um contexto muito mais amplo que torna a história postal um campo tão rico e fascinante.


Referências (formato APA)

Frazão, L. V. de B. P. (2012). Pré‑filatelia portuguesa: Marcas postais utilizadas em Portugal continental na época pré‑adesiva (1799–1853). Fundação Portuguesa das Comunicações.

Lopes, K. (2020). O desenvolvimento do correio marítimo entre o Brasil e Portugal no século XIX. Sociedade Philatélica PaulistaDisponível em: Artigo completo – Sociedade Philatélica Paulista, [sppaulista.com.br]

Magalhães, A. G. de. (1989). Marcas postais pré‑adesivas de Portugal. AFINSA.

Disponível em: Open Library – Marcas postais pré‑adesivas de Portugal [openlibrary.org]

Royal Mail Steam Packet Company. (n.d.). História e desenvolvimento da companhia.

Disponível em: Royal Mail Steam Packet Company – Wikipedia [es.wikipedia.org]

TheShipsList. (n.d.). Royal Mail Steam Packet Company routes and fleet.

Disponível em: Royal Mail routes – TheShipsList [benjidog.co.uk]

Frazão Auctions. (n.d.). Postal history – British packets correspondence example.

Disponível em: Exemplo de peça com marca P. BRIT. [frazaoauctions.com]

Lot‑Art. (n.d.). Pre‑philately maritime mail – Letter carried by packet “Teviot”Disponível em: Carta via paquete Teviot (1852) [lot-art.com]

Postaes. (2025). Tarifas portuguesas aplicáveis às packet letters (1810–1829). Disponível em: Tarifas dos paquetes – Postaes [postaes.blogspot.com]

sexta-feira, 20 de março de 2026

Os Amigos da Filatelia: Marca Dia Alte (tipo 1880) em postal máximo

Os Amigos da Filatelia: História de Portugal em Postais Máximos: Camponesa...: História de Portugal em Postais Máximos: Camponesa Algarve - Costumes Portugueses


terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Quarteira – Marca de Manual em postal “A Filatelia é Gira” (2009)


Obliteração: Marca Circular datada "QUARTEIRA EC 8", tipo 1944 com código postal / Data: 2009.08.01 / Particularidade Postal: O selo apresenta dupla obliteração, combinando a marca postal ordinária de circulação com o carimbo comemorativo da exposição “A Filatelia é Gira”

Quarteira – Marca de Manual em Registo Nacional (2009) Talão de Aceitação CTT

Obliteração: Marca Circular datada "QUARTEIRA EC 7", tipo 1944 com código postal / Data: 2009.08.01


Quarteira – Marca de Manual (1975) em fragmento (variante 1)

 

Obliteração: Marca Circular datada "QUARTEIRA", tipo 1944 sem código postal. / Data: 24.11.1975 / Particularidade Postal:  Matriz tipográfica com caracteres estreitos e de traço mais fino, especialmente visível: no topónimo QUARTEIRA, onde as letras apresentam desenho mais “fechado” e menos espesso; nos algarismos da data, que surgem mais comprimidos verticalmente.

 


Quarteira – Marca de Manual (1977) em fragmento (variante 2)



Obliteração: Marca Circular datada "QUARTEIRA", tipo 1944 sem código postal.  / Data: 26.5.1977 / Particularidade Postal: Matriz tipográfica com caracteres largos e de traço mais espesso, especialmente visível: A inscrição QUARTEIRA aparece em letras mais largas e de traço espesso; as letras ocupam quase toda a largura da base do círculo.

 


Vilamoura – Marca de Manual (2017) em sobrescrito do Lions Internacional


Obliteração: Marca Circular datada "VILAMOURA EC 2", tipo 1944 com código postal / Data: 2017.04.29 / Particularidade Postal: Peça com tratamento mecânico invulgar para a modalidade - apesar do registo, o documento foi processado em linha de triagem automática, como atesta a presença de bandas fosforescentes de encaminhamento no pé do envelope.



 


Vilamoura – Marca de Manual em Registo Nacional (2015) Talão de Aceitação CTT


Obliteração: Marca Circular datada "VILAMOURA EC 1", tipo 1944 com código postal Data: 2017.04.29

Almancil – Marca de Manual em Registo Nacional (2015) Talão de Aceitação CTT


 Obliteração: Marca Circular datada "ALMANCIL EC 4", tipo 1944 com código postal / Data: 2015.05.16

 

Almancil – Marca de Manual em sobrescrito da UNIR (2016)

 

Obliteração: Marca Circular datada "ALMANCIL EC 3", tipo 1944 com código postal / Data: 2016.02.01 / Particularidade Postal: Envelope contém uma etiqueta rosa de serviço dos CTT para Devolução (Renvoi), indicando que o objeto foi "Recusado" (Refusé).


domingo, 15 de fevereiro de 2026

Marca Circular datada "PC Torre 1"

 


PC Torre – Marca de Manual (2021) em sobrescrito da Paróquia de Almancil

Obliteração: Marca Circular datada "PC Torre 1", tipo 1944 com código postal / Data: 2021.03.27 / Particularidade Postal: Envelope com banda de fosforescência.

(E N 125 Edif. S. Cristovão Loja B, Torre)

 


Marca Circular datada "PC Note Goldra" - Mar Shopping


 

Goldra – Marca de Manual (2019) Sobrescrito da Junta Freguesia de St.ª Barbara de Nexe

Obliteração: Marca Circular datada "PC Note Goldra", tipo 1944 com código postal / Data: 2019.07.04 / Particularidade Postal: Envelope com banda de fosforescência no verso, indicando tratamento em linha de triagem automática.

 

sábado, 14 de fevereiro de 2026

Vale Judeu – Marca de Manual (2014) em sobrescrito da Civilsul

 


Vale Judeu – Marca de Manual (2014) em sobrescrito da Civilsul

Obliteração: Marca Circular datada "Vale Judeu 1", tipo 1944 com código postal / Data: 2014.06.30 / Particularidade Postal: Envelope com banda de fosforescência na base, indicando tratamento em linha de triagem automática (CFC - Culler Facer Canceller).

 


Marca Circular datada "Quinta do Lago"

 


Quinta do Lago – Marca de Manual (2014) em sobrescrito da Quinta do Lago

Obliteração: Marca Circular datada "Quinta do Lago (…)", tipo 1944 / Data: 2014 (…). Particularidade Postal: Envelope com banda de fosforescência, indicando código postal 8005-542

 


Marca Circular datada "AMEIXIAL (LOULÉ)", tipo 1944 sem código postal

 


Marca Circular datada "PC BENAFIM 1", tipo 1944 com código postal 8100


Benafim – Marca de Manual (...) em sobrescrito da Associação Social para o Progresso e Bem Estar da Freguesia de Benafim

Obliteração: Marca Circular datada "PC BENAFIM 1", tipo 1944 com código postal 8100.

Data: (…/…/25)

Particularidade Postal: Envelope com banda de fosforescência na base, indicando tratamento em linha de triagem automática (CFC - Culler Facer Canceller).

Loulé – Marca de Manual tipo 1944 - CDP 4 (2015)


Loulé – Marca de Manual (2015) em sobrescrito do Portal da Tinta

Obliteração: Marca Circular datada "LOULÉ / CDP 4", tipo 1944 com código postal. / Data: 30.03.2015 / Particularidade Postal: Envelope com banda de fosforescência na base, indicando tratamento (CFC - Culler Facer Canceller). Devolvido ao remetente por destinatário "Desconhecido", conforme etiqueta CN 15. No verso ligeira marca de flamula indicando que o sobrescrito no remetente foi obliterado no verso e não na face.