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📌 “Este blog integra o ecossistema: Museu de Filatelia Sérgio Pedro: Estudos, peças raras, maximafilia, marcofilia e história postal.

Diferentes tipos de Marcas Postais

terça-feira, 28 de julho de 2026

Acervo e Ensaio — Museu de Filatelia Sérgio Pedro: Marca Pré‑Filatélica LEIRIA (LRA 5 Azul) e ( LSB 13 Azul)

Acervo e Ensaio — Museu de Filatelia Sérgio Pedro: Marca Pré‑Filatélica LEIRIA (LRA 5 Azul): Evidênci...


A carta reúne três níveis de relevância raramente observados em simultâneo numa única peça pré‑filatélica.

Em primeiro lugar, apresenta uma marca postal LEIRIA (LRA 5 Azul) utilizada em data anterior à primeira utilização atualmente publicada, podendo constituir um contributo relevante para o estudo cronológico das marcas postais pré‑adesivas portuguesas.

Em segundo lugar, o conteúdo constitui um testemunho direto da administração das Matas do Reino, das dificuldades financeiras da administração pública e das limitações operacionais da gestão florestal portuguesa durante o período setembrista.

Em terceiro lugar, a correspondência estabelece uma ligação documental entre Frederico Luiz Guilherme de Varnhagen, figura central da administração florestal portuguesa e autor do Manual de instruções práticas sobre a sementeira, cultura e corte dos Pinheiros (1836), e Marino Miguel Franzini, uma das personalidades mais influentes da ciência, estatística, cartografia militar e administração pública portuguesa do século XIX.

A conjugação de relevância postal, administrativa, científica e biográfica confere à peça elevado interesse para a História Postal Contextualizada, a História das Instituições do Estado Liberal, a História Florestal e a prosopografia das elites técnicas e administrativas portuguesas.

2. DESCRIÇÃO MATERIAL E FILATÉLICA

Caracterização do suporte

Porte

Selo Fixo

30 réis (impresso)

A tipologia do selo fixo corresponde ao modelo utilizado entre 1834 e 1843, encontrando-se plenamente compatível com a data da carta.

Enquadramento Tarifário

Segundo o Regulamento Postal de 1801:

  • Leiria distava 22 léguas de Lisboa;
  • integrava o 3.º escalão postal;
  • porte aplicável: 30 réis.

Grau de certeza

✅ Confirmado.

Existe coerência entre a distância postal, o regulamento tarifário, o selo fixo utilizado e a circulação observada.


Marca de Origem

A marca observada apresenta tipologia gráfica compatível com a marca nominal LRA 5 azul de Leiria.


Marca de Chegada

A marca confirma a entrada da correspondência na administração postal lisboeta dois dias após a sua redação.


Outros Elementos Postais

  • Endereço completo manuscrito.
  • Porte fixo impresso de 30 réis.
  • Marca nominal LEIRIA a azul.
  • Marca de chegada LISBOA a azul.
  • Ausência de marcas auxiliares de trânsito observáveis.

3. ANÁLISE POSTAL E HISTÓRICA

Percurso Postal

Percurso comprovado

Marinha Grande → Leiria → Lisboa

A carta foi redigida na Marinha Grande, seguiu pela administração postal de Leiria e entrou em Lisboa em 6 de novembro de 1837.


Tempo de Circulação

Tempo observado: 2 dias.

O prazo de circulação evidencia a boa integração da rede postal da Estremadura com a capital durante o período liberal.


OBSERVAÇÕES DE INVESTIGAÇÃO CATALOGRÁFICA

Questão n.º 1 – Marca LRA 5 Azul

Catálogo Frazão

Peça Estudada

quinta-feira, 23 de julho de 2026

Silves - Carimbo circular datador tipo 1880

 


Silves - Carimbo nominal Oval

 




Silves - Carimbo de barras - 4.3.4

 


Ferragudo - Carimbo circular datador tipo 1880

 


Lâgoa - Carimbo circular datado tipo 1880

 


Carimbo de barras 213 - 3.2.3 - 2.ª reforma - Lagoa




 

Carimbo de barras 212 - 5.10.5 - Lagoa

 


Carimbo circular datador tipo 1880 -Vila Nova de Portimão no arco inferior


 

Carimbo de barras 3.2.3 - Portimão


 

quinta-feira, 16 de julho de 2026

MONTEMOR (MMN2) – Marca linear de raridade 5 em correspondência oficial para Canha

 

Sobrescrito pré-adesivo oficial circulado no Alentejo durante o período da pré-filatelia portuguesa (primeira metade do século XIX). A peça ostenta a marca postal linear MONTEMOR (catalogada como MMN2 com grau de raridade 5), aplicada em tonalidade sépia escuro. Segundo os registos de história postal, este carimbo específico teve o seu período de utilização conhecido entre as décadas de 1820 e 1830.

Sobrescrito pré-adesivo expedido 20 de dezembro de 1837, de Montemor-o-Novo para Canha, concelho de Montemor-o-Novo, ostentando a marca postal linear MONTEMOR catalogada como MMN2, aplicada em tonalidade sépia escuro. Segundo o catálogo de marcas postais portuguesas, este carimbo encontra-se registado com datas extremas de utilização conhecidas entre 23 de outubro de 1822 e 23 de outubro de 1839, sendo classificado com grau de raridade 5, o que o torna uma peça de interesse significativo para o estudo da pré-filatelia alentejana.

No topo do sobrescrito encontra-se a indicação manuscrita "S.N.R.", abreviatura utilizada na correspondência administrativa do período e relacionada com serviço oficial, circunstância que explica a ausência de marcações de porte. O sobrescrito foi dirigido ao Professor de Ensino Primário da Vila de Canha, testemunhando a utilização da rede postal para a circulação de assuntos ligados à administração e ao ensino público durante a primeira metade do século XIX.

À época, Montemor-o-Novo constituía uma importante estação postal do Alentejo. Nas tabelas itinerárias postais, a localidade encontrava-se situada a 5 léguas de Évora, integrando a sua 1.ª distribuição postal, e a 15 léguas de Lisboa, pertencendo à 2.ª distribuição da capital. Estas distâncias determinavam o enquadramento postal da correspondência e a organização das malas transportadas pelas carreiras regulares.

A marca MMN2 representa uma das primeiras formas de identificação da origem postal da correspondência expedida em Montemor-o-Novo. A simplicidade da gravação linear, associada à sua reduzida frequência de aparecimento no mercado e em coleções especializadas, contribui para o interesse desta peça, que documenta simultaneamente a história postal da localidade e o funcionamento da administração portuguesa nas décadas que antecederam a introdução dos selos-postais.

Esta peça constitui, assim, um interessante testemunho da circulação de correspondência oficial no Alentejo durante o período pré-filatélico, valorizado pela presença da rara marca MONTEMOR MMN2 em sépia escuro.

segunda-feira, 6 de julho de 2026

Acervo & Ensaio — Museu de Filatelia Sérgio Pedro: CALDAS DE MONCHIQUE (ETP) – Marca-Dia Circular Tipo 1880 em Bilhete Postal Ilustrado (26.06.1900)


Identificação

Localidade: Caldas de Monchique (Monchique)

Categoria postal: Estação Telégrafo-Postal (ETP)

Marca postal: Marca-Dia Circular (MDC) Tipo 1880

Data: 26 de junho de 1900

Suporte: Bilhete postal ilustrado circulado

Destino: Sabóia (Odemira)

Classificação marcofílica:

  • CALDAS DE MONCHIQUE – ETP
  • Tipo 1
  • Gordon: Raridade 2

Descrição da Marca Postal

O exemplar apresenta uma marca-dia circular de CALDAS DE MONCHIQUE, aposta em tinta preta sobre selo D. Carlos I de 10 réis.

A obliteração encontra-se bem impressa e permite identificar integralmente a designação da estação postal e a data de utilização:

26 JUN 1900

A boa legibilidade do carimbo confere particular valor documental à peça, permitindo datar com precisão a utilização da estação telégrafo-postal das Caldas de Monchique no início do século XX.

O Suporte Postal

A marca postal encontra-se aplicada num bilhete postal ilustrado privado, circulado entre as Caldas de Monchique e Sabóia.

O postal apresenta uma vista intitulada:

«Ramal da Estrada de Monchique para o Banho»

A imagem documenta uma das vias de acesso ao complexo termal das Caldas de Monchique, constituindo igualmente um interessante testemunho iconográfico da estância termal algarvia.

A franquia é assegurada por selo D. Carlos I de 10 réis.

Enquadramento Histórico-Postal

A utilização da marca postal de CALDAS DE MONCHIQUE em junho de 1900 insere-se num período de forte dinamização das comunicações no sul do país.

Desde 1889 encontrava-se em funcionamento a estação ferroviária de Sabóia-Monchique, principal ponto de acesso à serra de Monchique e às Caldas para os viajantes provenientes da Linha do Sul. A correspondência transportada entre Caldas de Monchique e Sabóia reflete essa crescente articulação entre os serviços postais, a ferrovia e a mobilidade regional.

Do ponto de vista da marcofilia algarvia, a peça constitui um testemunho seguro da atividade da Estação Telégrafo-Postal das Caldas de Monchique no final da monarquia constitucional.

Interesse Marcofílico

O interesse principal da peça reside na utilização da marca-dia circular de CALDAS DE MONCHIQUE (Tipo 1880).

O exemplar contribui para:

  • documentar a atividade postal da estação em 1900;
  • confirmar a utilização do datador Tipo 1 da ETP de Caldas de Monchique;
  • enriquecer o estudo cronológico das marcas postais do concelho de Monchique;
  • ilustrar a circulação de correspondência associada à estância termal algarvia.

A classificação Raridade 2 (Gordon) reforça o interesse da peça no contexto do estudo das marcas postais do Algarve.

Mensagem Postal

Leitura provisória:

«Não é preciso mandares o moço a Monchique.
Manda-o no Domingo à estação de manhã cedo.»

A referência à «estação» é compatível com o contexto ferroviário regional da época. Contudo, o documento não identifica explicitamente qual a estação mencionada, pelo que qualquer associação à estação ferroviária de Sabóia-Monchique deve ser entendida como hipótese fundamentada e não como facto comprovado.

Observações

  • Peça circulada e integralmente conservada.
  • Boa legibilidade da marca postal.
  • Associação entre marca postal, vista ilustrada local e circulação efetiva.
  • Exemplar relevante para a história postal de Monchique e para o estudo da rede postal ligada ao termalismo algarvio.

Referências

  • Gordon — Catálogo de Marcas Postais Portuguesas.
  • Mundifil — Catálogo Especializado de Portugal.


Ficha de catálogo

Acervo & Ensaio — Museu de Filatelia Sérgio Pedro: CALDAS DE MONCHIQUE (Monchique): Marca‑dia circula...:   1. IDENTIFICAÇÃO GERAL Tipo de peça: Bilhete postal ilustrado circulado. Origem e destino: Caldas de Monchique → Sabóia. Data: 26 de junho...

MARMELETE (Monchique) – Marca-Dia Circular Tipo 1880 em selo provisório da República (c. 1910–1913)

Identificação

Localidade: Marmelete (Monchique)

Tipo de marca postal: Marca-Dia Circular (MDC) Tipo 1880

Suporte: Selo destacado

Data: Não legível

Datação provável: Entre 1 de novembro de 1910 e 30 de março de 1913

Descrição

O exemplar corresponde ao selo Mundifil 175, valor de 25 réis castanho-violeta, da efígie de D. Manuel II, sobrecarregado diagonalmente com a palavra «REPUBLICA» em vermelho.

A obliteração foi efetuada por uma marca-dia circular de MARMELETE (Tipo 1880), em tinta preta. A leitura da localidade é possível, embora a data se apresente incompleta ou ilegível.

O selo encontra-se destacado do suporte postal original, impossibilitando a observação de outros elementos postais, designadamente percurso, destinatário, tarifação ou marcas complementares.

Enquadramento Histórico-Postal

A peça documenta a utilização da estação postal de Marmelete durante os primeiros anos da República Portuguesa.

Após a Revolução de 5 de Outubro de 1910, os Correios recorreram a sobrecargas aplicadas sobre os selos da monarquia para assegurar a continuidade do serviço postal enquanto não eram produzidas novas emissões republicanas. O selo utilizado neste exemplar integra esse conjunto de emissões provisórias.

Embora a data da obliteração não seja legível, a identificação do selo como Mundifil 175 permite enquadrar a utilização da peça entre 1910 e 1913, correspondendo ao período normal de circulação postal deste selo.

A presença da marca postal de Marmelete assume particular interesse para o estudo das comunicações postais no interior serrano algarvio, testemunhando o funcionamento de uma pequena estação postal integrada na rede nacional durante o período inicial do regime republicano.

Interesse Marcofílico

O interesse principal da peça não reside no selo, relativamente comum em estado usado, mas na presença da marca-dia circular de MARMELETE (Tipo 1880).

Este exemplar contribui para:

  • documentar a utilização postal da estação de Marmelete;
  • estudar a cronologia das marcas postais da localidade;
  • identificar utilizações conhecidas do datador Tipo 1880;
  • contextualizar o funcionamento da rede postal rural algarvia no início do século XX.

domingo, 5 de julho de 2026

O carimbo “LEY DE 20 4 50 – 35 RS”: fiscalidade postal numa carta Rio de Janeiro – Porto (1852)

 

Carimbo postal pré‑filatélico “LEY DE 20 4 50 – 35 RS” da Lei do Selo, em cor castanho‑violeta, indicando imposto de 35 réis em carta de 1852.

🧾 Um exemplo a partir de uma carta Rio de Janeiro – Porto (1852)

Entre as várias marcas presentes nas cartas do período pré‑filatélico, o carimbo “LEY DE 20 4 50 – 35 RS” destaca‑se pela sua natureza particular: ao contrário de outras marcas que informam sobre o transporte ou o percurso, esta inscrição remete diretamente para o enquadramento fiscal e regulamentar da correspondência.

À primeira vista, trata‑se apenas de um carimbo oval com um valor numérico. No entanto, tal como sucede com a marca “P. BRIT.” já analisada, é precisamente neste tipo de elemento aparentemente simples que se encontra uma parte essencial da explicação do funcionamento do correio no século XIX.

Carta pré‑filatélica dobrada, com endereço manuscrito, marcas postais, nomeadamente, carimbo postal pré‑filatélico “LEY DE 20 4 50 – 35 RS” da Lei do Selo, em cor castanho‑violeta, indicando imposto de 35 réis em carta de 1852.

A carta que serve de base a este estudo foi enviada do Rio de Janeiro em Abril de 1852 para o Porto. No seu anverso surge claramente este carimbo, aplicado em tinta castanho‑violeta. De acordo com a legenda técnica elaborada pelo especialista Jorge Félix da Costa, trata‑se de:

“U – Imposto Postal (Lei do Selo) / Taxa fixa do imposto – 35 rs / LSB Tipo I / Castanho violeta”

Esta identificação permite desde logo situar a marca no seu contexto correto: não estamos perante um porte, mas sim perante uma taxa fiscal autónoma, aplicada nos termos da legislação em vigor.

A inscrição “LEY DE 20 4 50” remete para a Lei de 20 de Abril de 1850, diploma que marcou um momento importante de reorganização do sistema postal português. Como já foi abordado no estudo do porte, esta lei introduziu maior normalização na forma como os valores eram fixados e aplicados.

É precisamente nesse enquadramento que deve ser interpretado o valor “35 réis”. Tal como clarificado na legenda da peça, este montante corresponde a uma taxa fixa de imposto postal, e não ao custo de transporte da carta.



🔄 O carimbo no conjunto da carta

A leitura desta marca ganha verdadeiro sentido quando integrada no conjunto já analisado:

  • a marca “P. BRIT.”, que identifica o transporte por paquete britânico
  • os sinais de desinfecção, que documentam o tratamento sanitário à chegada
  • e os valores de porte, carimbados e manuscritos, que permitem reconstruir o custo do envio

Neste contexto, o carimbo “LEY DE 20 4 50 – 35 RS” ocupa um lugar específico: ele não descreve o percurso, nem participa no cálculo direto do porte, mas surge como elemento de validação fiscal.

A sua aplicação corresponde, portanto, a uma fase posterior do processo — já depois de a carta ter sido integrada no circuito postal português e de o porte ter sido determinado.



⚖️ Uma distinção essencial: porte e imposto

Um dos aspetos mais importantes — e muitas vezes menos intuitivos — é compreender por que razão o valor 35 réis não aparece integrado nos montantes manuscritos da carta.

Na mesma peça observam‑se:

  • o valor “720”, aplicado por carimbo, correspondente ao porte base
  • ajustamentos manuscritos (ex.: “+ 80”), conduzindo ao total de “800 réis”

No entanto, o valor “35 réis” surge sempre separado, sob a forma de carimbo.

Isto não é uma omissão nem uma inconsistência — é uma característica estruturante do sistema.

👉 A razão é simples:

o porte e o imposto pertencem a categorias distintas dentro do sistema postal.

  • o porte corresponde ao custo do transporte da carta
  • o imposto de 35 réis corresponde a uma imposição legal fixa, independente desse cálculo

Deste modo, o imposto não é somado ao porte como mais uma parcela, mas aplicado em paralelo, com registo próprio.



🧾 Porque se aplica um carimbo próprio

A utilização de um carimbo específico para este imposto não é redundante — responde a necessidades concretas do funcionamento postal:

  • permite assinalar de forma clara a aplicação da lei
  • garante uniformidade, evitando variações manuscritas
  • funciona como instrumento de controlo administrativo

Tal como os selos viriam mais tarde materializar o pagamento de forma visível e padronizada, este carimbo cumpre já essa função no plano fiscal.



🧠 Uma função diferente das restantes marcas

É importante sublinhar que este carimbo atua num plano distinto das outras marcas da carta.

Enquanto:

  • a marca “P. BRIT.” informa sobre o sistema de transporte
  • os valores de porte permitem reconstruir o custo do envio

o carimbo “LEY DE 20 4 50 – 35 RS” atua no domínio da regulamentação e da fiscalidade.

Ele não acrescenta informação sobre o percurso, nem altera o cálculo do porte — mas confirma que a carta foi tratada de acordo com a legislação em vigor.



Síntese

O facto de os 35 réis não estarem incluídos no valor manuscrito não constitui uma falha, mas antes um reflexo da organização do sistema postal da época. A separação entre porte e imposto traduz uma distinção clara entre:

  • o custo do serviço de transporte
  • e a obrigação fiscal imposta por lei

Ao surgir após as restantes marcações, o carimbo “LEY DE 20 4 50 – 35 RS” assume o papel de validação final, confirmando que todo o processo — transporte, tratamento e tarifação — foi enquadrado nas normas legais.

Tal como acontece com outras marcas analisadas nesta carta, também aqui um pequeno detalhe gráfico revela um sistema complexo. É essa capacidade de leitura integrada, onde cada marca cumpre uma função específica, que continua a fazer da história postal um campo particularmente rico e fascinante.